Manual do orientador
Como acompanhar mestrandos e doutorandos do primeiro encontro à defesa: o que os regimentos atribuem a cada lado, um acordo de orientação escrito a dois, reuniões com ata, feedback com prazo, progresso lido em evidência e não em impressão, autoria decidida antes de escrever — com regimentos públicos, ICMJE, CRediT, CNPq e três scripts rodados de verdade, cada fato datado.
Para quem é — e o que você vai saber fazer ao final
Este manual é para professores que orientam, ou vão orientar, mestrandos e doutorandos. Não é um sermão sobre a relação orientador–orientando: é um roteiro prático, de colega para colega, com o que os regimentos de dois programas reais atribuem a cada lado (como exemplos, porque o regimento do seu programa prevalece), com as referências internacionais de autoria e de boa prática de supervisão, e com três documentos que resolvem a maior parte dos atritos antes que aconteçam: o acordo de orientação, a ata de reunião e a tabela de autoria. Tudo foi conferido em páginas públicas em 09/09/2026, sem login; os terminais mostram execuções reais com pessoas e pasta fictícias.
Ao final, você vai conseguir
- Dizer o que o regimento espera de você e do orientando — plano de estudos, acompanhamento, avaliação da versão para a banca, presidência da banca — e o que é credenciamento, coorientação, comitê de orientação e estágio de docência.
- Escrever com o orientando, na primeira reunião, um acordo de orientação em nove seções (
acordo_orientacao.py) e revisá-lo a cada marco. - Registrar cada reunião com pauta, decisões e próximos passos com dono e prazo (
reuniao_orientacao.py), e devolver texto com prazo e três prioridades. - Ler o progresso do projeto a partir dos arquivos (
relatorio_orientador.py,/pesquisa:status): fases, evidências, decisões, uso de IA, pendências — nada inventado. - Decidir autoria antes de escrever, pelos quatro critérios do ICMJE e pelos 14 papéis do CRediT (
autoria_credit.py) — sem autoria honorária nem fantasma.
O regimento do seu programa prevalece sobre tudo o que está aqui. Os artigos citados vêm de dois regulamentos públicos — o Regimento Geral da Pós-Graduação da UFSM (2014) e o Regulamento dos Programas de Pós-Graduação da PUC-Rio (2019) — e aparecem sempre com o nome da universidade de origem, como exemplos da variedade que existe. Antes de aplicar qualquer artigo, abra o regimento do seu programa.
Orientar «à sua maneira». A literatura brasileira sobre a relação orientador–orientando (Parte 1) aponta que a falta de regras claras sobre funções e condutas faz cada orientador desempenhar suas funções à sua maneira. Não é falta de boa vontade: é falta de um acordo escrito. Este manual começa por ele.
Mapa: do primeiro encontro à defesa — e onde cada parte do manual entra
relatorio_orientador.py: fases, checklists com evidência, decisões, uso de IA, pendências; integridade CNPqautoria_credit.py; ordem decidida no início| Parte | O que cobre | Passos |
|---|---|---|
| 1 O que o regimento espera | UFSM Art. 22–27 e 34 · PUC-Rio Art. 47–52 · deveres do orientando · credenciamento e número de orientandos · estágio de docência (CAPES/DS) · a literatura brasileira | Passo 1 |
| 2 O acordo de orientação | UKCGE e Vitae · acordo_orientacao.py e as nove seções · reuniões e atas · feedback · marcos e sinais de alerta | Passos 2 e 3 |
| 3 Acompanhar com evidência | O Pesquisador e as 11 fases · relatorio_orientador.py · evidência por fase · uso de IA · integridade CNPq · verificadores de similaridade | Passo 4 |
| 4 Autoria e crédito | ICMJE · CRediT · autoria_credit.py · ordem de autoria · ORCID, Lattes e Sucupira · COPE | Passo 5 |
| 5 Banca, defesa e depois | O orientador na banca · preparar o orientando · depois da defesa · coorientação e troca de orientador | Passos 6 e 7 |
| 6 Fechar | Plugin · erros comuns · checklist · glossário · referências · como citar | Todos |
Quem vai orientar pela primeira vez lê na ordem. Quem já orienta e quer resolver um atrito específico vai direto: reunião que não rende → Parte 2; «não sei onde o aluno está» → Parte 3; coautoria em disputa → Parte 4; banca marcada → Parte 5. Em todos os casos, o regimento do programa vem antes.
Artigos de regimento sempre com a universidade de origem (UFSM, PUC-Rio). Capturas de páginas em 1920 × 938, feitas em 09/09/2026 sem login. Figuras de terminal com «execução real»: pasta fictícia /home/usuario/minha-pesquisa, pessoas fictícias «Aluna Exemplo», «Prof. Exemplo» e «Colega Exemplo». Nenhuma orientação real foi registrada ou reproduzida.
UFSM Art. 22–27 e 34; PUC-Rio Art. 47–52; os deveres do orientando; credenciamento e número de orientandos; o estágio de docência dos bolsistas; o que a literatura brasileira diz
Dois regulamentos públicos, lidos em 09/09/2026, mostram a variedade do que os programas atribuem ao orientador: um prevê comitê de orientação desde o primeiro semestre; o outro, um orientador de estudo antes do orientador de dissertação. São exemplos nomeados. O seu regimento é o que vale.
Um regimento como exemplo — UFSM: orientador e comitê desde o primeiro semestre, coorientador homologado, troca de orientador prevista

| UFSM | O que diz |
|---|---|
| Art. 22 | «Todo discente deverá ter orientador e comitê de orientação desde o primeiro semestre» |
| Art. 23 | O comitê é o orientador «e mais dois membros que podem ser externos à UFSM» |
| Art. 24 | «O orientador deverá ser docente credenciado no programa» |
| Art. 25 | Ao orientador incumbe definir o plano de estudos com o discente, orientar quanto ao tema, supervisionar o trabalho final e integrar a comissão examinadora como presidente |
| Art. 26 | Coorientador por acordo entre orientador e orientando, aprovado pelo colegiado |
| Art. 27 | O coorientador colabora «no planejamento inicial, na implementação e/ou na redação» |
| Art. 34 | Mudança de orientador mediante solicitação, «homologada pelo Colegiado, após ciência do discente e novo orientador» |
Quatro verbos resumem o que a UFSM atribui ao orientador: definir o plano de estudos com o discente, orientar quanto ao tema, supervisionar o trabalho final e presidir a comissão examinadora. Nenhum deles é «escrever o texto pelo aluno» nem «decidir sozinho a pergunta» — é assim que o acordo da Parte 2 descreve o papel.
Outro regimento como exemplo — PUC-Rio: um orientador de estudo na admissão, um orientador de dissertação ou tese depois do tema
- Designado ao ser admitido, até a designação do orientador de dissertação ou tese
- «Acompanhar seu desempenho acadêmico»
- «Auxiliá-lo na matrícula»
- «Supervisionar a organização de seu plano de estudos»
- «Assistir o aluno em eventuais alterações»
- Depois de definido o tema, «tendo em conta o tema escolhido, a preferência do aluno e o interesse e disponibilidade do Professor» (Art. 48)
- a) «avaliar o projeto…»
- b) «acompanhar as diferentes etapas do desenvolvimento de sua pesquisa»
- c) «avaliar a versão da dissertação ou tese a ser submetida à Banca Examinadora»
- Parágrafo único: substituição «em caso de ausência ou outro motivo, a critério da Comissão»
| PUC-Rio | O que diz |
|---|---|
| Art. 49 | Orientador credenciado e pertencente ao Programa (§1º professor emérito, excepcionalmente; §2º mestrado profissional) |
| Art. 50 | Designação homologada pela Comissão de Pós-Graduação |
| Art. 52 | Orientação por dois professores — orientador e coorientador, este podendo ser externo ao Programa ou à Universidade, homologado |
| Art. 53 | No terceiro período o mestrando define o tema e apresenta o projeto com aprovação do orientador (§2º apreciado em 30 dias) |
| Art. 58 | Comissões julgadoras propostas pela coordenação |
Os dois regimentos atribuem ao orientador o mesmo núcleo — plano de estudos, acompanhamento das etapas, avaliação do trabalho para a banca — por caminhos diferentes: a UFSM com comitê de orientação desde o início; a PUC-Rio com um orientador de estudo antes do de dissertação. Se o seu programa tem uma dessas figuras, ela existe para ser usada: um comitê reúne-se; um orientador de estudo acompanha a matrícula e o plano.
O regulamento da PUC-Rio foi lido em PDF público; não há captura porque o documento não é uma página. Os artigos citados são os do texto de 2019.
Os deveres do orientando também estão no regimento: plano de estudo, matrícula, frequência, projeto no prazo, condições para defender
| Dever | UFSM | PUC-Rio |
|---|---|---|
| Plano de estudos | Abertura on-line do plano de estudo (Art. 30); definido com o orientador (Art. 25) | Organização supervisionada pelo orientador de estudo (Art. 47) |
| Matrícula | Art. 49 | Com auxílio do orientador de estudo (Art. 47) |
| Frequência | Mínima de 75 % (Art. 59) | — |
| Tema e projeto | Orientação quanto ao tema (Art. 25) | No terceiro período o mestrando define o tema e apresenta o projeto, com aprovação do orientador; apreciado em 30 dias (Art. 53, §2º) |
| Condições para defender | — | Língua estrangeira, créditos, CR ≥ 7,0; doutorado: exame de qualificação (Art. 55–56) |
| Trabalho final | Supervisionado pelo orientador (Art. 25) | Versão avaliada pelo orientador antes da banca (Art. 51, c) |
O acordo_orientacao.py (Parte 2) traduz isso numa linha que o orientando lê e assina: «conduz a pesquisa, cumpre prazos combinados, traz pauta e texto para as reuniões, registra decisões, mantém o PROGRESSO.md e o diário de buscas». O que é regimento vem do regimento; o que é combinação vem do acordo — e os dois ficam separados no papel.
Quando um dever do orientando não é cumprido, a primeira pergunta é «está no regimento ou está no acordo?». O que está no regimento tem consequência prevista (matrícula, frequência, prazo do projeto) e envolve a coordenação; o que está no acordo se renegocia entre os dois e vai para a ata. Misturar as duas coisas é o que transforma um atraso em conflito.
Cada célula com «—» significa que o regimento citado não trata do item nos artigos lidos, e não que o programa não tenha regra. Regulamentos completos de outros programas não foram obtidos; o seu pode dizer diferente em todos os itens.
Credenciamento e número de orientandos: quem pode orientar é o docente credenciado; quantos, o programa define
Este manual não diz quantos orientandos são «o ideal», porque nenhuma das fontes lidas diz — o número é do programa, dentro do que os documentos de área e as portarias da CAPES estabelecem. A pergunta prática antes de aceitar mais um é outra: cabe uma reunião a cada ciclo do acordo (Parte 2) e a devolução de texto no prazo combinado? Se não cabe, o regimento pode permitir e o acordo não vai se cumprir.
Orientar «informalmente» antes do credenciamento ou da homologação. A designação homologada é o que dá ao orientando um orientador perante o programa; uma coorientação combinada só entre os dois não existe para o colegiado (slide «Coorientação e troca de orientador»). Formalize primeiro; combine depois.
Critérios de credenciamento (produção mínima, tempo de doutorado, avaliação periódica) variam por programa e não foram lidos além dos artigos citados. Consulte a secretaria do seu programa.
Estágio de docência: obrigatório para bolsistas CAPES/DS — um semestre no mestrado, dois no doutorado, até 4 horas semanais

| Art. 18 | O que diz (Portaria CAPES nº 76/2010) |
|---|---|
| caput | «O estágio de docência é parte integrante da formação do pós-graduando, objetivando a preparação para a docência, e a qualificação do ensino de graduação sendo obrigatório para todos os bolsistas do Programa de Demanda Social» |
| I | Obrigatoriedade restrita ao doutorado quando o programa tem os dois níveis |
| II | Transferida ao mestrado quando só há mestrado |
| IV | Pode ser remunerado pela instituição, «vedado à utilização de recursos repassados pela CAPES» |
| V | «Duração mínima… um semestre para o mestrado e dois semestres para o doutorado e a duração máxima… dois semestres e três semestres» |
| VI | A Comissão de Bolsas registra e avalia o estágio e define «a supervisão e o acompanhamento» |
| VII | Docente de ensino superior fica dispensado |
| VIII | Atividades compatíveis com a área de pesquisa |
| X | «Carga horária máxima… 4 horas semanais» |
Se o orientando é bolsista DS, o estágio de docência entra no acordo (seção 4, «Marcos e prazos») com semestre previsto, disciplina e supervisor — e conta no cronograma como as 4 horas semanais que são. A página da UFSM/PRPGP confirma os mesmos limites; o seu programa diz como registra.
O que a literatura brasileira diz: sem regras claras sobre funções e condutas, cada orientador orienta «à sua maneira»


A conclusão que interessa a quem orienta é a de Nóbrega (2018): a falta de regras claras sobre funções e condutas faz cada orientador «desempenhar suas funções à sua maneira». O remédio deste manual não é um regimento a mais — é um acordo escrito entre os dois (Parte 2), que preenche exatamente o que o regimento deixa em aberto: frequência de reuniões, prazo de feedback, autoria, uso de IA, canal de comunicação.
O Crossref registra para o artigo de Viana a data 1969-12-31, por erro de metadado; o número é o v. 14, n. 26, de 2008, como a página da revista mostra. Ao citar, use a data da revista — e é esse tipo de conferência na fonte original que as diretrizes do CNPq pedem (Parte 3).
Dois artigos não são uma revisão da literatura sobre orientação; são os dois obtidos em acesso aberto para este manual. O manual de Busca mostra como fazer a busca completa.
Por que um acordo (UKCGE e Vitae); acordo_orientacao.py e as nove seções; reuniões e atas com reuniao_orientacao.py; feedback com prazo e três prioridades; marcos e sinais de alerta
Tudo o que o regimento não diz — e que gera a maior parte dos atritos — cabe num documento de uma página, preenchido a dois na primeira reunião e revisto a cada marco. Dois scripts, rodados de verdade em 09/09/2026, geram o acordo e a ata; o resto é conversa.
Por que um acordo: o Good Supervisory Practice Framework do UKCGE descreve a supervisão em dez áreas — e quase todas cabem num acordo escrito

| # | Área do framework | Onde entra no acordo |
|---|---|---|
| 1 | Recruitment and selection | Antes: regimento (Parte 1) |
| 2 | Supervisory relationships with candidates | Seções 1, 2 e 8 |
| 3 | Supervisory relationships with co-supervisors | Seção 1 (coorientação) |
| 4 | Supporting candidates' research projects | Seções 4 e 6 |
| 5 | Encouraging candidates to write and giving appropriate feedback | Seção 3 |
| 6 | Keeping the research on track and monitoring progress | Seção 4; Parte 3 |
| 7 | Supporting candidates' personal, professional and career development | Seção 4 (estágio de docência) |
| 8 | Supporting candidates through completion and final examination | Parte 5 |
| 9 | Supporting candidates to disseminate their research | Seção 5; Parte 4 |
| 10 | Reflecting upon and enhancing practice | Seção 9 (revisão do acordo) |
Use as dez áreas como espelho, não como regra: o framework é britânico e o reconhecimento é do UKCGE. O que vale para você é que, das dez, oito são combináveis com o orientando por escrito — e é isso que a seção seguinte faz.
O que o acordo resolve: as expectativas que o orientando traz por etapa e as que o orientador nunca disse em voz alta

- Que o texto volte em uma semana, comentado linha a linha
- Que o orientador diga qual é a pergunta de pesquisa
- Que ser coautor de tudo o que o orientador publica seja automático — ou o contrário
- Que a IA possa ser usada em tudo, ou em nada
- Que o orientando marque as reuniões e traga pauta
- Que o texto chegue com as citações conferidas
- Que o cronograma da bolsa seja do orientando
- Que «quinzenal» signifique a cada duas semanas, mesmo sem novidade
Um acordo de orientação não é contrato nem regimento: é a lista das expectativas dos dois lados, escrita para que ninguém precise adivinhar. Preenche-se na primeira reunião, a dois, com os campos «[preencher]» decididos ali — e revê-se a cada marco, porque o que era razoável no primeiro semestre não é no último.
acordo_orientacao.py: o rascunho do acordo em nove seções, com os campos «[preencher]» para decidir na primeira reunião

acordo_orientacao.py --orientando "Aluna Exemplo" --orientador "Prof. Exemplo" --programa "…" --prazo 2027-08 --reunioes quinzenal --feedback 10 --saida 00_projeto/ACORDO_ORIENTACAO.md responde «gravado: 00_projeto/ACORDO_ORIENTACAO.md (9 seções)»; o cabeçalho diz «Preencher juntos na primeira reunião; o regimento do programa prevalece», e as seções 1 a 3 mostram os campos «[preencher]».| Seção | O que os dois decidem |
|---|---|
| 1 Papéis | O que o orientador faz (plano, tema, método, texto, banca) e não faz (escrever pelo aluno, decidir sozinho a pergunta); o que o orientando faz; se há coorientação, quem e formalizada quando |
| 2 Reuniões | Frequência (--reunioes semanal|quinzenal|mensal), duração, quem marca, pauta com quantos dias de antecedência, ata; o que acontece quando uma reunião cai |
| 3 Feedback | Prazo em dias úteis para devolver um texto (--feedback N), formato, o que volta sem leitura |
| 4 Marcos e prazos | Defesa prevista (--prazo AAAA-MM), qualificação, bolsa (agência, vigência, relatórios), estágio de docência; cronograma |
| 5 Autoria e crédito | ICMJE, CRediT, ordem decidida antes de escrever; chatbots não são autores (Parte 4) |
| 6 Dados, ética e integridade | CEP/CAAE antes da coleta, TCLE, LGPD, dado pessoal fora do repositório, backup, depósito com DOI |
| 7 Uso de IA | O que é permitido e o que não é; registro em USO_DE_IA.csv; declaração no texto (manual de Uso de IA) |
| 8 Comunicação e conflitos | Canal principal, tempo de resposta, urgências; desacordo persistente vai ao DECISOES.md e, pelo regimento, à coordenação |
| 9 Revisão | Assinado com data; revisto a cada marco; versões anteriores arquivadas |
python3 scripts/acordo_orientacao.py \
--orientando "Aluna Exemplo" --orientador "Prof. Exemplo" \
--programa "Programa de Pós-Graduação em Engenharia" \
--prazo 2027-08 --reunioes quinzenal --feedback 10 \
--saida 00_projeto/ACORDO_ORIENTACAO.md
# gravado: 00_projeto/ACORDO_ORIENTACAO.md (9 seções)
# o script recusa sobrescrever sem --forcar; sem --saida, imprime na tela«Quinzenal» e «10 dias úteis» são os valores da demonstração, não regras: o manual não fixa frequência obrigatória de reuniões nem prazo de feedback. O script só gera o rascunho; quem decide os campos são as duas pessoas, na reunião, e o que se decide vai para a ata. O regimento do programa prevalece — está escrito no cabeçalho do arquivo.
Reuniões e atas: pauta, decisões, próximos passos com dono e prazo — e as pendências abrem a reunião seguinte

reuniao_orientacao.py --data 2026-09-09 --pauta "…" --decisoes "…" --proximos "orientando: …; orientador: …" responde «registrada: reunião de 2026-09-09 em 00_projeto/REUNIOES.md (1 reuniões no arquivo)» e lembra que «decisões que mudam pergunta, método ou cronograma também vão para DECISOES.md com data e motivo»; --pendencias lista «2 pendência(s) aberta(s)»; o arquivo tem «## Reunião de 2026-09-09» com Presentes, Pauta, Decisões e Próximos passos como - [ ].--pendencias antes da reunião: o que ficou aberto na anterior é o primeiro ponto da pautaDECISOES.md com data e motivo- [ ] que o orientando marca ao concluirpython3 scripts/reuniao_orientacao.py --pendencias # antes da reunião: o que está aberto
python3 scripts/reuniao_orientacao.py --data 2026-09-23 \
--pauta "pendências; triagem no ASReview; capítulo 2" \
--decisoes "critérios de exclusão fechados" \
--proximos "orientando: leitura dos 40 incluídos até 2026-10-07; orientador: parecer do capítulo 2 até 2026-10-01"A ata só grava o que foi passado a ela: nada é inventado, e uma decisão que não foi tomada na reunião não entra — nem a pedido. Repare na Figura 8 que o orientador também tem pendência com prazo («devolver o capítulo 2 até 2026-09-19»): a ata registra os dois lados, e é isso que a torna justa.
Feedback, marcos e sinais de alerta: prazo combinado, três prioridades por rodada, o orientando responde a cada comentário — e conversar cedo, registrando
| Feedback (seção 3) | Como o acordo da demonstração o descreve |
|---|---|
| Prazo | «Até N dias úteis a partir do envio (o orientando avisa o tamanho e o que quer que seja lido)» — N é o valor de --feedback, decidido a dois |
| Formato | «Comentários no arquivo + três prioridades por rodada» — o que precisa mudar primeiro, não tudo de uma vez |
| Resposta | «O orientando responde a cada comentário (aceito/recusado, por quê)» — o feedback que não volta é o que se perde |
| Pré-condição | «Texto entregue sem verificação de citações e referências volta sem leitura» — o Zotero e o manual irmão cuidam disso |
| Marcos (seção 4) | O que fica escrito |
|---|---|
| Defesa e qualificação | Datas previstas; cronograma em 00_projeto/CRONOGRAMA.md, revisto a cada marco |
| Bolsa | Agência, vigência, relatórios — o prazo da bolsa não é o prazo do regimento, e os dois contam |
| Estágio de docência | Semestre, disciplina, supervisor (Parte 1) |
Sem reunião há mais de um ciclo do acordo. PROGRESSO.md parado — o relatório da Parte 3 imprime «Última alteração do PROGRESSO.md: há N dia(s)». Prazos de bolsa se aproximando sem marco fechado. Pendências abertas que atravessam duas atas. Nenhum deles é diagnóstico sobre a pessoa; são sinais nos arquivos.
Conversar cedo, registrar. A primeira resposta a um sinal é uma reunião com pauta explícita («o que travou?»), uma decisão na ata e um próximo passo curto com prazo. Se persistir, o acordo (seção 8) já diz o caminho: registrar no DECISOES.md e recorrer à coordenação ou ao colegiado conforme o regimento — a troca de orientador é prevista e não é falha de ninguém (Parte 5).
Um texto devolvido com quarenta comentários do mesmo peso não diz por onde começar. Três prioridades por rodada, mais os comentários no arquivo, deixam claro o que é estrutural e o que é detalhe — e permitem ao orientando responder a cada um.
O Pesquisador e as 11 fases; relatorio_orientador.py e /pesquisa:status; ler evidência, não impressão; uso de IA acordado, registrado e declarado; integridade (CNPq); verificadores de similaridade
O orientador não precisa de um relato do orientando sobre «como está indo»: precisa dos arquivos do projeto. O plugin desta série mantém um estado único e um relatório gerado só dele — nada é inventado. O resto desta parte é o que se confere em cada fase e o que as diretrizes de integridade pedem.
O Pesquisador e as 11 fases: um gerente que só fecha uma fase com evidência — e um único PROGRESSO.md que o orientador pode ler

| Fase | Nome | Fase | Nome |
|---|---|---|---|
| 1 | Diagnóstico | 7 | Leitura e síntese |
| 2 | Pergunta | 8 | Análise |
| 3 | Método | 9 | Escrita ABNT |
| 4 | Projeto e ética | 10 | Pré-banca |
| 5 | Busca e biblioteca | 11 | Entrega |
| 6 | Triagem |
Cada fase tem uma porta de saída — o que precisa existir nos arquivos para ela fechar — e o Pesquisador não a fecha sem isso. Para quem orienta, a consequência é simples: «em que fase você está?» tem resposta verificável, e «o que falta para fechar?» também. O agente não escreve o texto do orientando e não decide por ele; o aluno decide sempre.
Nada, se preferir: o relatorio_orientador.py (slide seguinte) é um script Python que lê a pasta do projeto e imprime Markdown. O plugin é do orientando; o relatório pode ser enviado por ele ou gerado por você numa cópia da pasta.
relatorio_orientador.py: o relatório de progresso gerado só dos arquivos do projeto — fases, checklists com evidência, decisões, uso de IA, pendências
python3 scripts/relatorio_orientador.py # imprime Markdown na tela python3 scripts/relatorio_orientador.py --salvar # grava 00_projeto/RELATORIO_ORIENTADOR.md python3 scripts/relatorio_orientador.py --html relatorio.html # também em HTML simples # dentro do assistente, na pasta do projeto: /pesquisa:status
# Relatório para o orientador — <tema> Gerado em AAAA-MM-DD a partir de `PROGRESSO.md`, `DECISOES.md` e `USO_DE_IA.csv`. Nenhuma linha abaixo foi escrita pelo agente: tudo vem dos arquivos. ## Onde o projeto está - **Fase atual:** N — nome. Porta de saída: … - **Fases fechadas:** … - **Última alteração do PROGRESSO.md:** há N dia(s)
| Seção do relatório | O que traz |
|---|---|
| Onde o projeto está | Fase atual e sua porta de saída; fases fechadas; há quantos dias o PROGRESSO.md não muda |
| Fases | Tabela fase → estado (aberta/fechada) → data → evidência |
| Checklists por papel | Método (Metodólogo), Uso de IA (Orientador), Biblioteca (Bibliotecário), Leitura e síntese — cada item com a evidência que o fechou |
| Decisões datadas | O DECISOES.md: o que mudou de pergunta, método ou cronograma, quando e por quê |
| Uso de IA por etapa | O USO_DE_IA.csv: ferramenta, fase, finalidade, validação |
| Pendências | O que está aberto |
O relatório é determinístico e só lê: o mesmo projeto gera o mesmo relatório, e nenhuma linha é escrita pelo agente. Se o PROGRESSO.md não existe, o script para com «PROGRESSO.md não encontrado nesta pasta» — o que já é uma informação. Peça o relatório antes de cada marco, e leia a coluna «Evidência» antes da coluna «Estado».
Ler evidência, não impressão: o que o orientador confere em cada fase — e qual manual irmão diz como o orientando produz
| Fase | Evidência que o orientador confere | Manual irmão |
|---|---|---|
| 1–2 Diagnóstico e pergunta | Pergunta escrita, com lacuna justificada e decisão datada no DECISOES.md | Metodologia |
| 3–4 Método, projeto e ética | Projeto no formato da norma; parecer do CEP (CAAE) antes de qualquer coleta com pessoas; plano de gestão de dados | Metodologia · Dados |
| 5 Busca e biblioteca | Diário de busca com string, base, data e número de registros; biblioteca Zotero com os itens e PDFs | Busca · Zotero |
| 6 Triagem | Critérios de inclusão e exclusão escritos antes; contagens por etapa; diagrama de fluxo | PRISMA |
| 7 Leitura e síntese | Fichas ou matriz de extração por artigo, com página da citação | Notebook · PRISMA |
| 8 Análise | Dados brutos intocados e scripts versionados que reproduzem cada tabela e figura | Dados · Git · Bibliometria |
| 9 Escrita | Texto com citações conferidas na fonte; referências geradas da biblioteca, não digitadas | LaTeX · Zotero |
| Todas: uso de IA | USO_DE_IA.csv preenchido por etapa; declaração no texto | Uso de IA |
| 10–11 Pré-banca e entrega | Versão avaliada pelo orientador; roteiro e ensaio; depósito e declaração de dados abertos | Defesa · Ciência aberta |
«Li bastante coisa» não é evidência; «40 fichas em 03_leitura/, com página» é. O orientador que pede a evidência, e não o relato, faz duas coisas ao mesmo tempo: acompanha de verdade e ensina o orientando a trabalhar de modo verificável — que é o que a banca e o periódico vão exigir.
A evidência aqui é do projeto: arquivos, decisões, entregas. Este manual não avalia pessoas por indicadores; o uso responsável de métricas é assunto do manual de Bibliometria.
Uso de IA: um acordo com o orientador, um registro por etapa (USO_DE_IA.csv) e uma declaração no texto — «como provar depois qual foi qual»

USO_DE_IA.csv: ferramenta, fase, finalidade, validação — uma linha por uso; o relatório do slide anterior o resume por etapaO orientador não precisa ser especialista em IA para orientar sobre ela: precisa de um acordo escrito e de um registro que possa ler. O agente Orientador do plugin (o papel «uso de IA», não você) conduz o orientando pelo manual e só marca um item como concluído diante de evidência — o CSV é a evidência. Na dúvida sobre um uso específico, a seção 7 do acordo é o lugar de decidir, antes.
Conteúdo gerado por IA não pode ser submetido como autoria humana (CNPq, slide seguinte); chatbots não são autores (ICMJE, Parte 4). Os dois princípios cabem numa linha do acordo.
Integridade: as diretrizes do CNPq nomeiam a relação orientador–orientando — e dizem o que se decide «desde o início da colaboração»

| Diretriz | O que muda para quem orienta |
|---|---|
| Autoria desde o início | «Definir responsabilidades e critérios para a autoria desde o início da colaboração» — seção 5 do acordo; autoria_credit.py antes de cada artigo |
| Quem é autor | Autoria restrita a quem contribuiu significativamente; vedadas autorias sem contribuição e exclusão de quem contribuiu; todos respondem pela veracidade |
| Orientador–orientando | Instituições devem preservar a relação «nos padrões mais altos de ética» — o acordo e as atas são a forma prática disso |
| IA | Conteúdo gerado por IA não pode ser submetido como autoria humana |
| Citações | Citações literais com aspas e referência; vedada referência irrelevante para manipular indicadores; consultar as obras originais |
| Dados | Em repositórios confiáveis, com metadados, protocolos e software (manual de Dados) |
Cada linha da tabela é uma pergunta que o orientador faz cedo, não tarde: «quem vai assinar isso e por quê?», «essa citação foi lida no original?», «os dados estão onde?». As diretrizes valem para a pesquisa apoiada pelo CNPq; como prática, servem para qualquer orientação.
Verificadores de similaridade: Turnitin e iThenticate são serviços pagos que apontam trechos coincidentes — para conversar, não para punir sem ler


Um relatório de similaridade é uma lista de trechos coincidentes com um percentual. Ele não sabe se o trecho é uma citação com aspas e referência (o que as diretrizes do CNPq pedem), uma definição padrão da área, o próprio projeto de qualificação do aluno ou uma cópia. Só a leitura, trecho a trecho, diz qual é qual. Use o relatório para abrir a conversa com o orientando — nunca como veredito.
Tratar um «detector de IA» como prova. O iThenticate oferece verificação de escrita por IA; um percentual dessa natureza não é evidência de má conduta e não substitui o registro que o orientando mantém (USO_DE_IA.csv) nem o acordo da seção 7. Se o acordo existe e o registro está preenchido, a conversa começa por eles.
O que evita a maior parte dos problemas custa zero: citações geradas do Zotero, textos com as fontes lidas no original e o hábito de devolver sem leitura o texto que chega com referências não conferidas (seção 3 do acordo).
Os quatro critérios do ICMJE; os 14 papéis do CRediT; autoria_credit.py e o aviso real; ordem de autoria decidida antes; nem honorária nem fantasma; chatbots não são autores; ORCID, Lattes e Sucupira; COPE para disputas
A disputa de autoria entre orientador e orientando é a mais previsível de todas — e a mais evitável: basta decidir antes de escrever, com critérios públicos, e registrar. Um script rodado de verdade mostra o que acontece quando alguém só «conseguiu o financiamento».
ICMJE: autor é quem cumpre os quatro critérios — quem cumpre menos vai aos agradecimentos, inclusive por «supervisão geral» ou financiamento

| # | Critério (ICMJE) |
|---|---|
| 1 | «Contribuições substanciais à concepção ou desenho do trabalho; ou à aquisição, análise ou interpretação dos dados» |
| 2 | «Redação do trabalho ou revisão crítica de conteúdo intelectual importante» |
| 3 | «Aprovação final da versão a ser publicada» |
| 4 | «Concordância em ser responsável por todos os aspectos do trabalho…» |
Os quatro, e não «pelo menos um». Quem não cumpre os quatro vai aos agradecimentos — e o ICMJE dá os exemplos que mais interessam a quem orienta: «aquisição de financiamento; supervisão geral de um grupo de pesquisa ou apoio administrativo geral; e assistência de escrita, edição técnica, edição de linguagem e revisão». Orientar pode cumprir os quatro (concepção, revisão crítica, aprovação, responsabilidade); ser o orientador, por si, não cumpre nenhum.
«Chatbots (such as ChatGPT) should not be listed as authors»; o uso de IA é descrito nos agradecimentos ou nos métodos. Os critérios são de editores de periódicos médicos, mas são os mais usados em todas as áreas — o seu periódico pode adotar outros; leia as instruções aos autores.
CRediT: 14 papéis de contribuição, padrão ANSI/NISO desde 2022 — para dizer o que cada pessoa fez, e não só que está na lista

| Papel | Papel |
|---|---|
| Conceptualização | Recursos |
| Curadoria de dados | Software |
| Análise formal | Supervisão |
| Aquisição de financiamento | Validação |
| Investigação | Visualização |
| Metodologia | Redação – rascunho original |
| Administração de projeto | Redação – revisão e edição |
CRediT e ICMJE respondem a perguntas diferentes: o CRediT diz o que cada pessoa fez (uma pessoa pode ter vários papéis; um papel pode ter várias pessoas); o ICMJE diz quem é autor. «Supervisão» é um papel CRediT legítimo — e, sozinho, não cumpre os quatro critérios do ICMJE. Marcar os papéis antes de escrever (slide seguinte) torna a conversa sobre autoria uma conversa sobre fatos.
Muitos periódicos pedem a declaração CRediT na submissão; o texto da dissertação pode trazê-la nos agradecimentos ou numa nota, conforme o programa. Os nomes em português são os usados pelo autoria_credit.py.
autoria_credit.py: a matriz CRediT, os quatro critérios do ICMJE para cada pessoa responder — e o aviso de quem só «conseguiu o financiamento»

autoria_credit.py --titulo "Artigo 1 da dissertação" --pessoas "Aluna Exemplo;Prof. Exemplo;Colega Exemplo" --papeis "…" imprime a matriz 14 papéis × 3 pessoas com ✔ nos informados, a tabela dos quatro critérios do ICMJE com [ ] para cada pessoa responder, as regras — e o aviso real: «AVISO Colega Exemplo: só «Aquisição de financiamento» — pelo ICMJE, supervisão geral ou financiamento não bastam para autoria»; «gravado: 06_texto/AUTORIA.md».python3 scripts/autoria_credit.py --titulo "Artigo 1 da dissertação" \
--pessoas "Aluna Exemplo;Prof. Exemplo;Colega Exemplo" \
--papeis "Aluna Exemplo: Conceptualização, Investigação, Análise formal, Redação – rascunho original; \
Prof. Exemplo: Supervisão, Metodologia, Redação – revisão e edição; \
Colega Exemplo: Aquisição de financiamento" \
--saida 06_texto/AUTORIA.md
# recusa sobrescrever sem --forcar; sem --saida, só imprime| O que o arquivo traz | Para quê |
|---|---|
| Matriz CRediT | Pessoa × 14 papéis, «marcar antes de escrever; rever se mudar» |
| Critérios ICMJE | Quatro linhas × pessoas, com [ ]: cada um responde sim/não aos quatro |
| Regras | Autor é quem cumpre os quatro; ordem «[decidir agora]» com critério (contribuição / alfabética / convenção da área); chatbots não são autores; nem honorária nem fantasma |
| Aviso | Quando alguém não tem papel algum, ou só «Supervisão» ou «Aquisição de financiamento» |
O script não decide quem é autor — as pessoas respondem aos quatro critérios e assinam. Ele apenas torna visível o que costuma ficar implícito: na demonstração, «Prof. Exemplo» tem Supervisão, Metodologia e Redação – revisão e edição, o que pode cumprir os quatro critérios; «Colega Exemplo» tem só financiamento, e o aviso aparece. Rode-o antes de cada artigo ou capítulo compartilhado, e arquive o AUTORIA.md com data.
Ordem de autoria decidida antes de escrever; nem honorária nem fantasma; chatbots não são autores — as três regras que evitam a disputa
autoria_credit.py gera a tabela; os dois assinam; o arquivo fica em 06_texto/AUTORIA.md- Contribuiu substancialmente à concepção ou ao desenho, ou à análise e interpretação (critério 1)
- Fez revisão crítica de conteúdo intelectual importante (critério 2)
- Aprovou a versão final (critério 3)
- Responde por todos os aspectos do trabalho (critério 4)
- Só «supervisão geral» do grupo ou do orientando (ICMJE: agradecimentos)
- Só conseguiu o financiamento ou os recursos
- Só corrigiu a linguagem ou a formatação
- Só é o orientador — o cargo não é critério
«Me coloca como primeiro autor porque sou o orientador.» A skill do plugin recusa esse pedido por regra: a ordem sai dos critérios e da contribuição registrada. O caminho seguro é o inverso: a tabela CRediT preenchida antes torna a ordem uma consequência, não uma negociação de última hora.
ORCID, Lattes e Sucupira: manter a produção registrada — o identificador de cada autor, o currículo e os dados do programa


| Registro | De quem | Para quê, na orientação |
|---|---|---|
| ORCID | Cada autor — orientador e orientando | Entra no artigo, no CITATION.cff do repositório e no DOI dos dados; peça ao orientando que crie o dele no início |
| Lattes | CNPq; currículos | Produção e orientações registradas; o programa e as agências leem daqui |
| Sucupira | CAPES; dados da pós-graduação | A produção do orientando vinculada ao programa entra na coleta; o coordenador precisa dos dados certos |
Registro é parte da orientação, não burocracia posterior: um artigo com o ORCID dos dois autores, o Lattes atualizado e o vínculo ao programa correto é o que faz a produção contar para quem a produziu. Combine no acordo (seção 5) quem atualiza o quê e quando.
Esses registros servem para encontrar e atribuir a produção, não para avaliar pessoas por contagem — o manual de Bibliometria trata do uso responsável de indicadores.
COPE: a referência dos periódicos para integridade da publicação — e para onde vão as disputas de autoria que não se resolveram antes

AUTORIA.md assinado. Com ele, a conversa volta ao que foi combinadoDECISOES.md, depois coordenação ou colegiado, conforme o regimento (seção 8 do acordo)O COPE é referência para editores; para quem orienta, a lição é a de que a disputa se resolve com registro, e o registro se faz antes. Um periódico que recebe uma reclamação de autoria vai perguntar o que foi combinado e quando — a tabela CRediT com data responde; a memória de cada um, não.
O conteúdo das orientações de autoria do COPE não foi lido para este manual (página bloqueada em 09/09/2026); consulte «Guidance and tools» diretamente.
O orientador na banca (avalia a versão, preside); preparar o orientando com o manual de Defesa; depois da defesa: correções, versão final, depósito, publicação e a autoria dos artigos derivados; coorientação e troca de orientador sem drama
Os dois regimentos lidos dão ao orientador o mesmo papel no fim: avaliar a versão que vai à banca e presidir a comissão. O que vem depois — correções, depósito, artigos — segue o regimento e o acordo. E as duas situações que mais assustam, coorientação e troca de orientador, estão previstas em artigos.
O orientador na banca: avalia a versão a ser submetida (PUC-Rio Art. 51, c) e preside a comissão examinadora (UFSM Art. 25)
| Momento | UFSM | PUC-Rio |
|---|---|---|
| Antes da banca | Supervisionar o trabalho final (Art. 25) | «Avaliar a versão da dissertação ou tese a ser submetida à Banca Examinadora» (Art. 51, c) |
| Condições para defender | — | Língua estrangeira, créditos, CR ≥ 7,0; doutorado: exame de qualificação (Art. 55–56) |
| Composição da banca | Comitê de orientação pode ter membros externos (Art. 23) | Comissões julgadoras propostas pela coordenação (Art. 58) |
| Na banca | Integrar a comissão examinadora como presidente (Art. 25) | — |
| Norma nacional | A Resolução CNE/CES 7/2017 não trata da orientação em si; os cursos são avaliados pela CAPES. O que a banca é, quem a compõe e como decide vem do regimento do programa | |
«Avaliar a versão a ser submetida» é uma decisão, não um carimbo: a versão vai à banca porque o orientador leu e a considera defensável. Isso significa que o parecer que importa vem antes da banca — na última rodada de feedback do acordo, com as três prioridades resolvidas. Uma banca não deveria descobrir um problema que o orientador já sabia.
Presidir e defender ao mesmo tempo. Como presidente, o orientador conduz a sessão; quem defende é o orientando. Responder pelo aluno, ou discutir com a banca em nome dele, tira do candidato o que a defesa avalia. O papel do orientador na sessão é o que o regimento diz — e o do preparo é o slide seguinte.
Os artigos vêm dos dois documentos lidos em 09/09/2026; a composição, os prazos e as regras de decisão da banca variam por programa e não estão aqui.
Preparar o orientando: roteiro, ensaios e banca simulada estão no manual de Defesa — o orientador marca o ensaio e faz perguntas de banca
Este manual não repete o manual de Defesa: remete a ele. O que é do orientador é o calendário (ensaio e simulada com data na ata), o olhar de examinador (as perguntas duras vêm de você primeiro) e a decisão de quando a versão está pronta. O que é do orientando é tudo o mais — inclusive escolher o que corta da apresentação.
Onde há comitê de orientação (UFSM Art. 22–23) ou coorientador (PUC-Rio Art. 52), a banca simulada tem examinadores prontos que já conhecem o trabalho. Onde não há, dois colegas do programa bastam — e a ata registra quem, quando e o que perguntaram.
Depois da defesa: correções, versão final, depósito, publicação — e a autoria dos artigos derivados, que já estava decidida
| Etapa | O que o orientador confere | Onde está a regra |
|---|---|---|
| Correções da banca | Lista das exigências e sugestões, com o que foi atendido e o que foi recusado (com justificativa); prazo do regimento na ata | Regimento do programa |
| Versão final | A versão corrigida é a que o orientador aprova; uma tag de versão no repositório marca o que foi entregue | Manual de Git |
| Depósito | Texto no repositório institucional conforme o programa; dados e scripts com DOI, quando a ética e a licença permitem | Manuais de Dados e Ciência aberta; acordo, seção 6 |
| Publicação | Artigos derivados com a tabela de autoria já assinada; revista se as contribuições mudaram; uso de IA declarado | Acordo, seção 5; AUTORIA.md; ICMJE; CNPq |
| Registro | ORCID nos artigos, Lattes atualizado, produção vinculada ao programa (Sucupira) | Parte 4 |
A pergunta «quem assina os artigos da dissertação?» não se faz depois da defesa: ela foi respondida na seção 5 do acordo e no AUTORIA.md de cada artigo. Se as contribuições mudaram — o orientando fez a análise nova, o orientador reescreveu a discussão —, a tabela é revista e datada. O que não muda é o critério: os quatro do ICMJE, para todos.
O orientando que some depois da defesa — ou o orientador que publica sem ele. Os dois casos são o mesmo erro: um artigo derivado é trabalho de quem contribuiu, com os dois nomes, na ordem combinada. A seção 8 do acordo (canal e tempo de resposta) continua valendo até o último artigo sair.
Coorientação e troca de orientador sem drama: as duas estão previstas nos regimentos — e passam pelo colegiado, com ciência de todos
| Situação | UFSM | PUC-Rio |
|---|---|---|
| Coorientação | Por acordo entre orientador e orientando, aprovado pelo colegiado (Art. 26); o coorientador colabora «no planejamento inicial, na implementação e/ou na redação» (Art. 27) | Orientação por dois professores; o coorientador pode ser externo ao Programa ou à Universidade; homologado (Art. 52) |
| Troca de orientador | Mediante solicitação, «homologada pelo Colegiado, após ciência do discente e novo orientador» (Art. 34) | Substituição «em caso de ausência ou outro motivo, a critério da Comissão» (Art. 51, parágrafo único) |
DECISOES.md o motivo e a dataACORDO_ORIENTACAO.md com o novo orientador ou com a coorientação descrita na seção 1; o anterior arquivado com dataCoorientação se formaliza antes de o coorientador trabalhar: uma pessoa que colabora «na implementação e/ou na redação» sem homologação não existe para o programa — e a autoria dela fica sem registro. Troca de orientador «é prevista nos regimentos e não é falha de ninguém» (é o que o acordo da demonstração imprime na seção 8): o que se registra é a decisão, não a culpa.
Atas, decisões, PROGRESSO.md e USO_DE_IA.csv ficam com o projeto, não com o orientador: o novo orientador começa pelo relatorio_orientador.py, e não do zero.
Tudo num só plugin (skill orientacao-academica e relatorio_orientador.py); erros comuns; checklist; glossário; referências; como citar
Os três scripts desta série, a skill que os conhece e o relatório que lê o projeto cabem num plugin; depois, o que costuma dar errado numa orientação, a lista para conferir, os termos e as fontes — todas datadas.
Tudo num só plugin: a skill orientacao-academica organiza acordos, atas e tabelas de autoria — as decisões são das pessoas
O plugin Pesquisa MirandasTech (para Claude Code e Codex) traz a skill orientacao-academica, que segue este manual: gera o acordo, registra a ata, monta a matriz CRediT com os critérios do ICMJE e lê o relatório de progresso. Três recusas estão escritas na própria skill: ela não escreve um parecer «dizendo que o aluno é fraco» (relata evidências, não juízos sobre a pessoa); não põe o orientador como primeiro autor «porque sou o orientador» (a ordem sai dos critérios); e não registra na ata o que não foi decidido na reunião.
| Ferramenta | O que faz | Parte |
|---|---|---|
acordo_orientacao.py | Rascunho do acordo em nove seções, com «[preencher]» | 2 |
reuniao_orientacao.py | Ata datada; --pendencias lista o que está aberto | 2 |
relatorio_orientador.py | Relatório só dos arquivos: fases, evidências, decisões, IA, pendências; /pesquisa:status | 3 |
autoria_credit.py | Matriz CRediT + critérios ICMJE + avisos | 4 |
Skill orientacao-academica | Conhece o regimento como exemplo, os scripts e as recusas; o regimento do programa prevalece | Todas |
Gere o acordo de orientação para a primeira reunião com a Aluna Exemplo; defesa prevista 2027-08. Registre a reunião de hoje: pauta, decisões e próximos passos com prazo — só o que combinamos. Quais pendências estão abertas desde a última ata? Monte a tabela CRediT do artigo 1 com as três pessoas e me avise se alguém não cumpre o ICMJE. Onde o projeto está? Mostre a evidência de cada fase fechada. /pesquisa:status
O agente organiza; as pessoas decidem. Ele nunca escreve o texto do orientando, nunca avalia pessoas — só evidências do projeto — e nunca registra uma decisão que não foi tomada. O que ele produz (acordo, ata, tabela) só vale depois de os dois lerem e assinarem.
Metodologia desenha o projeto; Busca, PRISMA e Notebook produzem o conteúdo; Zotero guarda as referências; LaTeX e Git escrevem e versionam; Dados e Ciência aberta depositam; Uso de IA declara; Defesa prepara a banca; este manual acompanha. Hub: mirandastech.com.br/pesquisa.
Erros comuns — como aparecem e como corrigir
| Erro | Como aparece | Causa | Correção |
|---|---|---|---|
| Sem acordo | Cada lado esperava outra coisa; a primeira briga é sobre «combinado» | Ninguém escreveu as expectativas | acordo_orientacao.py na primeira reunião; revisto a cada marco |
| Reunião sem ata | «Você disse que…» — e ninguém lembra | Decisões só faladas | reuniao_orientacao.py: decisões e próximos passos com dono e prazo |
| Feedback que não volta | Texto devolvido com 40 comentários; a versão seguinte ignora metade | Sem prioridades; sem resposta por comentário | três prioridades por rodada; o orientando responde a cada comentário |
| Autoria decidida no fim | Artigo pronto; disputa sobre a ordem dos nomes | CNPq: critérios não definidos «desde o início» | autoria_credit.py antes de escrever; AUTORIA.md assinado |
| Orientador como primeiro autor por cargo | «Sou o orientador» como critério | Confundir supervisão com os quatro critérios | ICMJE: os quatro, para todos; ordem pela contribuição registrada |
| Avaliar a pessoa, não a evidência | «O aluno é fraco» num parecer | Impressão no lugar dos arquivos | relatorio_orientador.py: fases, evidências, pendências |
| Ignorar o sinal de parada | PROGRESSO.md parado há semanas; ninguém marca reunião | «Vai se resolver» | conversar cedo, registrar; coordenação se persistir |
| Esquecer a bolsa e o estágio de docência | Relatório da agência atrasado; estágio não registrado na Comissão de Bolsas | Prazos fora do cronograma | seção 4 do acordo: bolsa, vigência, estágio (Portaria 76/2010, Art. 18) |
| Coorientação não formalizada | Colaborador «informal» sem homologação; autoria sem registro | Combinado só entre os dois | colegiado ou comissão antes (UFSM Art. 26; PUC-Rio Art. 52) |
| Decidir sem o orientando | Mudança de método ou de cronograma comunicada, não combinada | Reunião virou aviso | decisão na reunião, na ata e no DECISOES.md; o aluno decide sempre |
| Detector de IA como prova | Percentual de «escrita por IA» tratado como má conduta | Sem acordo de IA nem registro | seção 7 do acordo; USO_DE_IA.csv; ler, depois conversar |
| Dado pessoal no repositório | Nome, CPF ou gravação de participante versionados «só para nós» | Privado ≠ anonimizado (LGPD) | fora do repositório; seção 6 do acordo; manuais de Dados e Git |
Checklist do orientador: do primeiro encontro à defesa
Marque conforme concluir. O estado fica salvo neste navegador — não é compartilhado nem enviado a lugar nenhum.
Glossário
Tudo que aparece no manual sem ser explicado no próprio slide.
Regimento e programa
- Orientador
- Docente credenciado que define o plano de estudos com o discente, orienta o tema, acompanha as etapas, avalia a versão para a banca e a preside (UFSM Art. 25; PUC-Rio Art. 51).
- Orientador de estudo
- Na PUC-Rio (Art. 47), o professor designado na admissão para acompanhar desempenho, matrícula e plano de estudos até a designação do orientador de dissertação ou tese.
- Orientando
- Mestrando ou doutorando; conduz a pesquisa, cumpre matrícula, plano de estudos, frequência e prazos do regimento.
- Coorientador
- Segundo orientador, por acordo entre orientador e orientando e homologado pelo colegiado; colabora no planejamento, na implementação e/ou na redação (UFSM Art. 26–27; PUC-Rio Art. 52).
- Comitê de orientação
- Na UFSM (Art. 22–23), o orientador e mais dois membros, que podem ser externos, desde o primeiro semestre.
- Credenciamento
- Ato pelo qual o programa autoriza um docente a orientar; só docente credenciado orienta (UFSM Art. 24; PUC-Rio Art. 49).
- Colegiado · Comissão de Pós-Graduação
- Órgão do programa que homologa designações, coorientações e trocas de orientador.
- Homologação
- Ato do colegiado ou da comissão que torna oficial uma designação, uma coorientação ou uma troca.
- Plano de estudos
- As disciplinas e atividades do discente, definido com o orientador (UFSM Art. 25 e 30).
- Qualificação
- Exame intermediário; na PUC-Rio, condição para defender o doutorado (Art. 56).
- Banca (comissão examinadora)
- Quem avalia a defesa; na UFSM o orientador a preside (Art. 25); na PUC-Rio é proposta pela coordenação (Art. 58).
- Bolsa DS
- Programa de Demanda Social da CAPES: bolsas de mestrado e doutorado em instituições públicas com programas de nota ≥ 3.
- Estágio de docência
- Parte da formação do pós-graduando, obrigatória para bolsistas DS (Portaria 76/2010, Art. 18): um semestre no mestrado, dois no doutorado; até 4 horas semanais.
- Comissão de Bolsas
- Comissão CAPES/DS do programa: gere as bolsas, registra e avalia o estágio de docência.
Acordo, evidência e autoria
- Acordo de orientação
- Documento de expectativas mútuas em nove seções, preenchido a dois na primeira reunião e revisto a cada marco (
acordo_orientacao.py). - Ata de reunião
- Registro datado: presentes, pauta, decisões, próximos passos com dono e prazo (
reuniao_orientacao.py); as pendências abrem a reunião seguinte. - Relatório de progresso
- Gerado só dos arquivos do projeto: fases, checklists com evidência, decisões, uso de IA, pendências (
relatorio_orientador.py). - PROGRESSO.md · DECISOES.md · USO_DE_IA.csv
- O estado único do projeto no plugin; as decisões datadas com motivo; o registro de cada uso de IA (ferramenta, fase, finalidade, validação).
- Pesquisador (agente)
- Gerente do projeto no plugin: 11 fases, cada uma com porta de saída; só fecha com evidência; o aluno decide sempre.
- ICMJE
- International Committee of Medical Journal Editors: os quatro critérios de autoria; quem não cumpre os quatro vai aos agradecimentos.
- CRediT
- Contributor Role Taxonomy: 14 papéis de contribuição; padrão ANSI/NISO desde 2022; CC BY 4.0.
- Autoria honorária
- Nome na lista sem contribuição (cargo, cortesia, financiamento); vedada pelas diretrizes do CNPq.
- Autoria fantasma
- Quem contribuiu e escreveu, mas ficou de fora; vedada pelas diretrizes do CNPq.
- ORCID
- Identificador único e persistente de pesquisador, gratuito.
- Lattes
- Plataforma de currículos do CNPq.
- Sucupira
- Plataforma da CAPES com os dados da pós-graduação brasileira.
- COPE
- Committee on Publication Ethics: orientações para editores sobre integridade da publicação, inclusive autoria e disputas.
- UKCGE
- UK Council for Graduate Education: Good Supervisory Practice Framework (dez áreas) e reconhecimento de supervisores.
- Vitae
- Organização britânica de desenvolvimento de pesquisadores; guias por etapa do doutorado.
- Relatório de similaridade
- Saída de um verificador (Turnitin, iThenticate): trechos coincidentes com percentual; não distingue sozinho citação de cópia.
- CEP · CAAE
- Comitê de Ética em Pesquisa e o número do protocolo aprovado; antes de qualquer coleta com pessoas.
- LGPD
- Lei Geral de Proteção de Dados: dado pessoal de participante fica fora do repositório, mesmo privado.
Referências (1 de 2): regimentos, CAPES, CNPq e a literatura brasileira
- UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA. Regimento Geral da Pós-Graduação Stricto Sensu e Lato Sensu da UFSM. 2014, alterado pelas Resoluções UFSM 040/2019, 009/2020, 104/2022, 124/2023, 139/2023 e 152/2024. Pró-Reitoria de Planejamento. Acesso em 9 set. 2026.ufsm.br/pro-reitorias/proplan
- PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Regulamento dos Programas de Pós-Graduação stricto sensu da PUC-Rio. 2019. Capítulo VII, «Da orientação ao aluno», Art. 47–53; Art. 55–56; Art. 58. PDF público, lido em 9 set. 2026.
- CAPES. Programa de Demanda Social (DS). gov.br/capes. Acesso em 9 set. 2026.gov.br/capes
- CAPES. Portaria nº 76, de 14 de abril de 2010 — Regulamento do Programa de Demanda Social; Art. 18, estágio de docência. PDF lido em 9 set. 2026.gov.br/capes
- BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES nº 7, de 11 de dezembro de 2017. Não trata da orientação em si; cursos avaliados pela CAPES (manual irmão de Defesa).defesa.mirandastech.com.br
- CNPq. Comissão de Integridade na Atividade Científica. Diretrizes. gov.br/cnpq; atualizado em 13 mar. 2026. Acesso em 9 set. 2026.gov.br/cnpq
- VIANA, C. M. A relação orientador-orientando na pós-graduação stricto sensu. Linhas Críticas, v. 14, n. 26, 2008. (O Crossref registra a data 1969-12-31 por erro de metadado.)doi.org/10.26512/lc.v14i26.3430
- NÓBREGA, M. H. Orientandos e Orientadores no Século XXI: desafios da pós-graduação. Educação & Realidade, v. 43, n. 3, p. 1055–1076, 2018.doi.org/10.1590/2175-623674407
Referências (2 de 2): autoria, supervisão, identificadores, verificadores e os manuais irmãos
- ICMJE. Defining the Role of Authors and Contributors. Recommendations for the Conduct, Reporting, Editing, and Publication of Scholarly Work in Medical Journals. Acesso em 9 set. 2026.icmje.org/recommendations
- NISO. CRediT — Contributor Role Taxonomy. ANSI/NISO Z39.104-2022; CC BY 4.0. Acesso em 9 set. 2026.credit.niso.org
- COPE. Committee on Publication Ethics: «Promoting integrity in scholarly research and its publication». Página de autoria não acessível ao navegador automatizado em 9 set. 2026.publicationethics.org
- UKCGE; TAYLOR, S. Good Supervisory Practice Framework. UK Council for Graduate Education, Research Supervision Recognition programme. Acesso em 9 set. 2026.supervision.ukcge.ac.uk
- VITAE. Doctoral research. Acesso em 9 set. 2026. (O recurso «Supervising a doctorate» não foi lido.)vitae.ac.uk
- ORCID. ORCID is for Researchers. Acesso em 9 set. 2026.orcid.org
- CAPES. Plataforma Sucupira, versão 4.1.54. Acesso em 9 set. 2026. CNPq. Plataforma Lattes (página não capturada).sucupira.capes.gov.br lattes.cnpq.br
- TURNITIN. Página inicial em português. iTHENTICATE. Publish with confidence. Serviços pagos; preços sob consulta. Acesso em 9 set. 2026.turnitin.com/pt ithenticate.com
- MIRANDASTECH. Manuais irmãos: Uso de IA na pesquisa científica (acordo de uso de IA,
USO_DE_IA.csv, declaração); Plugin Pesquisa MirandasTech (Pesquisador, 11 fases,relatorio_orientador.py); Defesa. Acesso em 9 set. 2026.manual.mirandastech.com.br plugin.mirandastech.com.br defesa.mirandastech.com.br
Artigos de regimento, incisos da Portaria 76/2010, critérios do ICMJE, papéis do CRediT e textos das páginas foram lidos em 09/09/2026 e mudam sem aviso; regimentos são alterados por resoluções (a página da UFSM lista seis). Não há neste manual número «ideal» de orientandos, frequência obrigatória de reuniões, prazo de feedback como regra, preços de Turnitin ou iThenticate, conteúdo do guia da Vitae para supervisores, critérios de credenciamento além dos citados nem avaliação de pessoas por indicadores — porque nenhuma fonte lida sustenta isso.
Como citar este manual, declaração de uso de IA e licença
MATIAS, J. P. M. Manual do orientador: como acompanhar mestrandos e doutorandos. MirandasTech, v1.0, set. 2026. CC BY 4.0.
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